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Nos últimos anos, o chamado “golpe do falso advogado” deixou de ser um caso isolado para se tornar uma preocupação recorrente dentro da advocacia. Relatos de clientes sendo abordados por terceiros, que se passam por advogados e solicitam pagamentos indevidos, têm se tornado cada vez mais frequentes e o mais preocupante: com um nível de sofisticação crescente.
Na maioria das vezes, os golpistas não agem de forma aleatória. Eles utilizam informações reais, como nome do advogado, número da OAB e até dados do processo, criando uma abordagem convincente e difícil de ser identificada de imediato pelo cliente. Essa combinação de dados verdadeiros com comunicação persuasiva faz com que muitas vítimas só percebam o golpe quando o prejuízo já aconteceu.
Mas o impacto desse cenário vai além da fraude em si.
Mesmo advogados que não têm qualquer relação com esses golpes acabam sendo afetados. Isso porque, diante da recorrência desses casos, o cliente passa a adotar uma postura mais desconfiada. Questiona cobranças, duvida de contatos legítimos e, em alguns casos, hesita até mesmo em dar continuidade ao atendimento. Na prática, o que se instala é um ambiente de insegurança.
E isso muda a dinâmica da relação entre advogado e cliente. Aquilo que antes era construído com base na confiança passa a exigir validações constantes. O advogado, além de exercer sua função técnica, precisa agora lidar com uma nova camada de preocupação: provar, o tempo todo, que é confiável.
Por isso, mais do que entender como o golpe funciona, é fundamental compreender o que ele revela sobre o momento atual da advocacia. Não se trata apenas de uma questão de segurança, mas de uma mudança na forma como o cliente percebe e se relaciona com o profissional jurídico.
Como o advogado pode proteger a si mesmo e a seus clientes na prática
Diante do aumento dos golpes envolvendo a advocacia, muitos profissionais ainda acreditam que se trata de um problema externo, fora do seu alcance. Mas, na prática, existe um ponto fundamental: a forma como o advogado se comunica e estrutura seu atendimento pode reduzir ou aumentar o risco dessas situações.
✔ Isso começa pela clareza
Clientes que não têm informações bem definidas sobre como o advogado atua, quais são seus canais oficiais de contato e como funcionam cobranças e comunicações, ficam mais vulneráveis a abordagens fraudulentas. E é justamente essa lacuna que os golpistas exploram.
Por isso, uma das primeiras medidas é estabelecer um padrão. Deixar claro, desde o início da relação, quais são os meios oficiais de contato, como são feitas solicitações de pagamento e quais procedimentos nunca serão adotados, como pedidos urgentes ou inesperados de valores. Isso já cria uma camada importante de proteção.
✔ A orientação preventiva passa a ser indispensável
Informar o cliente sobre a existência desse tipo de golpe, explicar como ele funciona e reforçar que qualquer dúvida deve ser confirmada diretamente com o advogado são atitudes simples, mas que fortalecem a relação e reduzem significativamente os riscos.
✔ Manter um padrão claro de atendimento
Quando cada atendimento acontece de uma forma diferente — mudando canais, linguagem ou até a forma de conduzir a conversa — o cliente perde um elemento essencial: referência. E sem referência, ele não tem parâmetro para identificar quando algo está fora do normal.
Por outro lado, quando o advogado estabelece um padrão claro, seja na forma de contato, na condução do atendimento ou nas orientações dadas, o cliente passa a reconhecer esse comportamento. Ele entende como aquele profissional atua, como se comunica e o que esperar em cada interação.
E é justamente essa familiaridade que protege.
Isso porque o golpe, na maioria das vezes, não consegue reproduzir a relação construída ao longo do tempo. Ele pode até copiar informações, linguagem ou aparência, mas dificilmente consegue replicar a coerência da experiência que o cliente já vivenciou com o advogado.
No fim, a proteção não está apenas em medidas técnicas ou jurídicas, mas na construção de um atendimento estruturado, profissional e reconhecível.
Porque, em um cenário onde o golpista tenta parecer legítimo, o cliente bem orientado e familiarizado com o seu padrão percebe mais rápido quando algo não encaixa.
Conclusão
O avanço do golpe do falso advogado deixou claro que a advocacia vive um novo momento: um cenário em que a confiança do cliente já não é automática, mas construída e validada a cada interação.
Nesse contexto, não basta apenas dominar o conhecimento jurídico ou reagir quando um problema surge. A proteção da sua reputação e dos seus clientes passa, cada vez mais, por decisões estratégicas relacionadas à forma como você se comunica, organiza e conduz o atendimento.
Clareza, orientação e padrão não são apenas boas práticas, são mecanismos de proteção.
Quando o cliente entende exatamente como você atua, reconhece seus canais de contato e se familiariza com a sua forma de atendimento, ele se torna mais seguro. E, mais do que isso, passa a ter repertório para identificar quando algo foge do esperado.
É assim que a relação se fortalece.
Porque, em um cenário onde o golpista tenta imitar o advogado, o diferencial não está apenas na informação, mas na experiência construída ao longo do tempo, algo que não se copia com facilidade.
No fim, o que está em jogo não é apenas evitar um golpe, mas preservar aquilo que sustenta toda a advocacia: a confiança.
E o advogado que entende isso e estrutura sua atuação de forma clara, profissional e consistente não apenas se protege, mas também se posiciona de forma mais forte em um mercado cada vez mais exigente.
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